Em citação de um livor do do autor José Alberto de Teixeira conceituando o folclore é dito:
Sempre que se cante a uma criança uma cantiga de ninar; sempre que use uma canção, uma adivinha, uma parlenda, uma rima de contar, no quarto das crianças ou na escola; sempre que ditos, provérbios, fábulas, histórias bobas e contos populares sejam reapresentados; sempre que, por hábito ou inclinação, agente se entregue a cantos e danças, a jogos antigos, a folguetos, para marcar a passagem do ano e as festividades usuais; sempre que uma mãe ensina a filha a costurar, tricotar, fiar, tecer, bordar, fazer uma coberta, trançar um cinto, assar uma torta à moda antiga;
Assim é importante destacar que esta dança é muito comum entre diversas regiões, por isso, ela veio trazer uma grande influência em meio dentre os povos portugueses e africanos que trouxeram para conservarem suas tradições, e assim ela foi desenvolvida e adaptada conforme foi se espalhando entre outros povos brasileiros e miscigenados. Suas origens são de igreja católica, como hoje também realizada em folia de Santos Reis ou do Divino Espírito Santo, por isso leva para todos os povos cultuadores da catira ou cateretê uma forte influência àqueles que carregam consigo as verdadeiras raízes.

